Como parte de nosso especial para o Dia das Mães América Latina, continuamos compartilhando testemunhos de mulheres reais, que vivem com diabetes tipo 1 e para as quais o ser mãe representa uma conquista que vai além das dúvidas e medos naturais de uma gestação sem diabetes. Elas nos inspiram ao mostrar-nos que a maternidade é sim possivel, graças a um bom controle, uma boa equipe médica e ao sistema de bomba de insulina com monitorização contÍnua ( CGM) como grande aliado.

A maternidade transforma. O diabetes transforma…

Surpresa: estou grávida! Essa foi a frase com a qual Caroline, Especialista de Produto da Medtronic Diabetes Brasil, surpreendeu a sua profissional médica no momento de avaliar alguns resultados de exames de rotina. Como usuária do sistema MiniMed® 640G, Carol ja vinha mantendo uma boa média de tempo na meta, assim como controle de seus nÍveis glicêmicos, porém ela não imaginava que fosse conceber a pequena Giulia tão rapidamente. “Minha gravidez não foi planejada como tal, mas naquele momento eu tinha ao meu lado me acompanhando a melhor equipe que pudesse desejar: meu médico, minha nutricionista, minha famÍlia, meus colegas de trabalho e minha bomba de insulina”.

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Segundo a Carol, este apoio foi fundamental em todo o percurso de sua gravidez, ja que ela vivenciou uma alta variabilidade glicêmica nas diversas etapas da gestação. Em algumas ocasiões, seus nÍveis não se encontravam dentro da meta recomendada pela sua equipe médica e era necessário estar muito atenta. Foi preciso uma forte supervisão por parte de sua médica referente às mudanças hormonais e todo o proceso necessário para que seu metabolismo se adaptasse a elas. “ Tive uma cesária e durante todo o parto, minha médica estava ali do meu lado, de olho no meu sensor e meus nÍveis da bomba de insulina. Ela que comunicava à equipe do obstetra se podiam avançar ou não segundo a resposta do meu corpo. Isso me fez sentir extremamente segura e confortável com a situação, e de fato não me desconectei da bomba em nenhum momento sequer durante o nascimento da Giulia”, lembra Carol.

E depois do nascimento? A Carol comenta: “Acreditem quando ouvirem: ‘amamentar dá hipo!’. Com a MiniMed™ 640G, me senti muito mais segura durante esse momento tão importante com a minha pequena. Cada faixa laranja na minha bomba é um sinal da bomba cuidando de nós…”

É preciso uma aldeia para cuidar de uma criança, e para cuidar do diabetes…

Hoje em dia a Carol, que é mãe da Giulia, uma bebê muito feliz de 9 meses, agradece por todo esse apoio recibido na época:  “Levando em conta todos as mudanças emocionais e as angústias que às vezes acompanham, eu encontrei na internet uma comunidade de pessoas que estavam na mesma situação, com quem pude compartilhar minhas inquietudes e comentários sem nunca me sentir sozinha”, ela comenta. “Procurei apoio em otras mulheres gestantes com diabetes”. E depois, na madrugada, ficava um olho na filha, outro na tela da bomba de infusão!

No pouco tempo livre que tem, primeiro quando grávida e depois que Giulia nasceu, nestas longas madrugadas, Carol aproveitou para atualizar no seu blog esta experiencia, suas vivências e além de tudo, o aprendizado do ser mãe com diabetes tipo 1. Através desta contribuição, ela acabou conhecendo diversas outras histórias de vida como a sua, que simbolizam a importância fundamental que o apoio das comunidades virtuais pode representar no processo da gestação. “Para mim foi fácil porque eu fiz tudo em comunidade, nunca estive sozinha” , enfatiza.

“Hoje eu digo que tenho duas filhas: minha bebê e a bomba de insulina”

Para a Caroline e muitas otras mulheres que vivem com diabetes, um bom controle é fundamental para conseguir conciliar a jornada maratônica que é ter e cuidar de um bebê. O tratamento do diabetes precisa acompanhar cada fase da gestação: Os níveis de açúcar no sangue são geralmente mais altos do que o normal durante a gravidez. No primeiro trimestre, a necessidade de insulina pode diminuir suavemente: sem ajuste correto, é quando as hipos são mais frequentes. No segundo trimestre, o cenário já muda: a necessidade de insulina aumenta e segue mais alta até o final da gravidez. Nos primeiros dias depois do parto, parece que estamos curadas: mas aos poucos, praticamente a mesma dose de insulina de antes é necessária.

“O mais importante é que você possa se sentir confortável e segura com o tratamento sendo seguido, porque isso exerce muita influência sobre essa nova etapa de vida. Cada jornada do diabetes é única, cada caso é um caso e será a sua equipe médica quem vai poder indicar o melhor caminho a ser traçado. Acompanhamento médico é fundamental! “

Se você atualmente se encontra em tratamento de múltiplas injeções, ou você tem dificuldade para manter seus nÍveis de HbA1c, converse com seu médico e consulte sobre o sistema de bomba de insulina antes de planejar sua gestação. Isso vai te permitir ter um controle mais eficaz, para que você possa se sentir mais preparada e tranquila para viver a melhor etapa da sua vida, a de ser mãe. “Hoje tenho duas filhas: de um lado, a minha bomba me dizendo o que comer e o que fazer, e do outro, a Giulia me dizendo, mamãe, estou aqui e também quero sua atenção!”  nos conta a Carol dando risada.

Lembre-se de que você não  esta sozinha!  ##JuntosMaisAlem. Para mais informação, cadastre-se no nosso programa Mais Perto:

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